Flávio de Carvalho
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| Flávio de Carvalho | |
|---|---|
| Informações pessoais | |
| Nome completo | Flávio de Resende Carvalho |
| Nacionalidade |
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| Nascimento | 10 de agosto de 1899 Barra Mansa |
| Falecimento | 4 de junho de 1973 (73 anos) Valinhos |
| Projetos significantes | Casa da Fazenda Capuava |
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Flávio de Carvalho[1]
(Barra
Mansa,
10 de agosto de
1899 —
Valinhos,
4 de junho de
1973) foi um dos grandes
nomes da geração
modernista
brasileira, atuando como
arquiteto,
engenheiro,
cenógrafo,
teatrólogo,
pintor,
desenhista,
escritor,
filósofo,
performer,
flashmobist,
músico e
outros rótulos.
BiografiaFilho de pais abonados, pôde receber uma educação privilegiada na França (de 1911 a 1914) e na Inglaterra, onde freqüentou a Universidade de Durham, na cidade de Newcastle. Em 1922, formou-se em engenharia civil. Ao mesmo tempo, fez seus estudos artísticos na Escola de Belas Artes da mesma universidade. Retornando ao Brasil, empregou-se como calculista na famosa firma de construção civil de Ramos de Azevedo (1924). Costumava andar seminu pelos corredores do escritório, isto é, só de short, o que, "para a época", era tido como um despudor inaceitável. Os demais proprietários e usuários de salas do edifício ficavam indignados e as senhoras finíssimas que ali circulavam tinham verdadeiros ataques histéricos, ao que Flavio não dava a menor importância. Revoltados, reuniram-se os inquilinos, redigindo um severo abaixo-assinado: o artista deveria urgentemente deixar o prédio. Flávio não apenas se recusou como terminantemente ainda afirmou: "Não vou sair daqui de jeito nenhum. Vocês só me tiram daqui a bala... mas vai ser difícil, porque vou instalar uma metralhadora em meu ateliê..." Inteirados de sua audácia e destemor, os reclamantes não tocaram mais no assunto mas algo lhes dizia que o artista blefara fragorosamente. Contudo, no dia seguinte, um destacado anúncio no Diário Popular fez com que houvesse um frêmito de pânico no velho edifício: "COMPRA-SE UMA METRALHADORA. TRATAR COM FLÁVIO DE CARVALHO NO INSTITUTO DE ENGENHARIA". diálogo flavio de carvalho le corbusier higienópolis 1929 FC - acha q a arquitetura é um problema filosófico? (...) deve-se ou não sacrificar a idéia de estrutura pelo fator psíquico? (...) deve a cidade ser uma máquina eficiente de viver ou deve o homem sacrificar a eficiência às vontades caóticas do inconsciente? (...) deve a cidade ser dividida em grupos, cada grupo contendo zonas q representem todas as atividades do homem, ou deve a cidade compreender uma só organização de zonas? deve-se ou não prever um melhor meio de locomoção numa cidade, q os já existentes? (...) deve-se ou não alterar o sistema social de uma nação para melhorar a vida do homem na cidade? LC (mestre zen) - a arquitetura deve ficar apenas sob o sistema solar. Ver tambémBibliografia
Ligações externasTextos/documentos
Trabalho apresentado ao IV Congresso Pan-Americano de Arquitetura e Urbanismo e publicado no Diário da Noite, em 1 de julho de 1930. Republicado por Luiz Carlos Daher, Flávio de Carvalho: Arquitetura e Expressionismo, Ed. Projeto, São Paulo, 1982.
Publicado no Diário da Noite, São Paulo, em 8 de julho de 1930. Republicado na Arte em Revista nº 4 (Arquitetura Nova), São Paulo, CEAC, agosto de 1980.
Publicado no Diário da Noite, São Paulo, em 17 de março de 1932. Reproduzido, em fac-símile, por Luiz Carlos Daher, Flávio de Carvalho e a Volúpia da Forma, Edição comemorativa MWM-IFK (MWM Motores Diesel Ltda. e Indústria de Freios Knorr Ltda.), São Paulo, 1984. Referências
Outras referências
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